Muito se especula sobre a influência do estado emocional no surgimento de tumores. É claro que ninguém aqui vai afirmar que qualquer tristeza ou raiva vai desencadear uma neoplasia maligna. Mas sabemos que o estado emocional afeta profundamente o ser humano, em todos os sentidos, inclusive na possibilidade de desenvolver e/ou agravar doenças, sejam elas graves ou não.
Isso porque as reações emocionais disparam a produção de uma série de substâncias que podem abalar a eficácia do sistema imune.
Recentemente a psiconeuroimunologia demonstrou a interação entre os estados emocionais e a reação física disparada por eles que pode acabar levando a alterações orgânicas.
Todo sentimento e emoção sentidos precisam ser respeitados e compreendidos para não prejudicarem nosso corpo. É isso que levaria uma situação estressante a se transformar um aviso do corpo, como uma indisposição de estômago, por exemplo.
É certo que o estado em que a pessoa se encontra, sua rede de apoio e sua forma de perceber e enfrentar a doença interferem diretamente no tratamento e na perspectiva futura. Se a pessoa nega seu diagnóstico, pode vir a rejeitar o tratamento, podendo proporcionar um alto risco de fracasso.
A reação é individual, e varia em função da história de vida, do que já ouviu falar sobre a doença, sobre como encarou a doença de alguém próximo...
Uma coisa é certa: é necessário encarar o problema de frente, sem se esconder dele, nem tentar disfarçá-lo. Muitas vezes o otimista demais pode achar que a realidade é fácil, e nem sempre é assim!
O câncer coloca a pessoa em uma situação limite. E carrega um estigma de morte, de sofrimento e preconceito. HOJE SABEMOS QUE NÃO É ASSIM, que a cada dia surgem novos tratamentos, e consequentemente uma maior sobrevida e muitas vezes a cura.
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