terça-feira, 14 de setembro de 2010

Yoga e meditação: antídotos contra o estresse!!!

Estresse e yoga:

A parte mais importante da prática do yoga é a respiração diafragmática que induz à maior eficiência do sistema respiratório, possibilitando controle emocional e redução do nível de stress. O yoga se diferencia de outros exercícios porque trabalha com a contração/relaxamento dos músculos em vez da repetição dos movimentos.

Diversos médicos americanos prescrevem yoga como uma forma de combater asma, obesidade, artrite e dores musculares. O exercício não tem o objetivo de substituir o tratamento médico tradicional, mas de melhorar seus prognósticos, aumentando a aptidão física e flexibilidade através do relaxamento da mente e do corpo. A prática visa a desenvolver a conscientização da pessoa sobre seu corpo, sua mente e sua resistência física e mental.

Os exercícios estimulam o fluxo do sangue arterial em todas as partes do corpo. Neste processo, a tensão é liberada, permitindo que o corpo se torne mais relaxado e energético. As várias posturas exercitam diferentes órgãos e músculos. Muitos exercícios envolvem a coluna vertebral, pois os iogues acreditam que a coluna é a base da força humana - enquanto a coluna estiver em forma, a pessoa se mantém jovem.

As posturas influenciam órgãos como o estômago, intestinos, cólon, e as articulações. A prática do yoga melhora a circulação, limpa e fortalece os pulmões, elimina a fadiga crônica e desenvolve autocontrole. Os exercícios respiratórios e as posturas invertidas irrigam o cérebro e liberam a energia que é bloqueada nas áreas tensas do corpo. Além disso, a pessoa desenvolve uma atitude mental mais positiva e se torna mais bem equipada para lidar com o stress do dia a dia.


Estresse e meditação:

A meditação é uma excelente opção para relaxar e gerenciar as emoções com mais eficiência. Quando ela é feita com regularidade, altera o estado de consciência.

Estudos realizados pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, indicam que ela possibilita que o corpo entre num estado de relaxamento profundo chamado de homeostase. O consumo de oxigênio, o nível metabólico e a atividade do sistema simpático, que controla funções como a aceleração cardíaca, respiração e digestão, diminuem, assim como a atividade cerebral. Nos três primeiros minutos de relaxamento, o consumo de oxigênio baixa em média de 10 a 20%. Para que os benefícios sejam duradouros, a meditação deve ser praticada de 15 a 20 minutos duas vezes por dia. Há muitas formas de meditar. Uma delas é repetir mentalmente uma palavra, frase ou som, como, por exemplo: uno, relaxa, etc. Também pode contar cada expiração ou focalizar a atenção em qualquer estímulo interno como o nível de tensão muscular ou a frequência cardíaca. Se notar pensamentos intrusos, reoriente a atenção para a respiração.

(Bolg do ISMA - International Stress Management Association, organização internacional de pesquisa, prevenção e tratamento do stress.)

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